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quarta-feira, 10 de maio de 2017
Colégio Divino Salvador incentiva vacinação contra gripe para professores
A partir de maio os professores poderão receber a dose da vacina contra a gripe pela rede pública de saúde. Este é o primeiro ano que o grupo é incluído no calendário de vacinação e poderá receber a imunização gratuitamente no posto de saúde.
Para Lia Mara dos Santos, coordenadora da Educação Infantil do Colégio Divino Salvador, essa inclusão foi necessária para uma maior proteção dentro do ambiente escolar. “Nós lidamos com um dos públicos-alvo da campanha, que são crianças até cinco anos, e é extremamente importante que os professores estejam inseridos nesta imunização. Toda nossa equipe está disposta a ser vacinada este ano”.
Além do incentivo de tomar a vacina, todos os anos quando chega o outono, as professoras reforçam os cuidados com a proteção das crianças. “Aumentamos o uso do álcool gel em sala de aula, orientamos quanto à forma correta de proteger o rosto ao tossir, evitamos a troca de materiais e cancelamos os brinquedos que eles costumam trazer às sextas-feiras. Durante todo ano ensinamos sobre a proteção, mas nesta época é preciso uma atenção maior”.
O coordenador do Ensino Médio do Colégio Divino Salvador, Evandro Grioles, afirma que o interesse atinge toda a equipe pedagógica. “Além do infantil, nossos professores do Ensino Fundamental 1 e 2 e do Ensino Médio também estão empenhados em participar da campanha e se proteger da gripe”.
A vacinação na rede pública que inclui professores teve início no dia 2 de maio. Em abril a campanha já começou para os profissionais de saúde, crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes e mulheres com até 45 dias pós-parto.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
E quando eu estiver triste simplesmente me abrace
E essa gripe que não passa?
Desde que Bia foi pra escolinha o nariz não parou mais de escorrer. Antes eu me preocupava com a quantidade de baba que sai daquela boca. Mal sabia eu que também tem muita secreção para sair pelo nariz. Mas é tanta, tanta, que não dá pra saber como produz tudo isso!
Fato é que nunca me esconderam essa condição: entrou na escola = sempre doentinha. É verdade, mas agradeço de nada ter sido tão grave.
Resfriado virou assunto comum lá em casa, mas Beatriz não ficou só nisso. Já pegou virose, tosse seca ou com catarro, já saiu arranhada de uma disputa de brinquedo, caiu e bateu a cabeça, cortou a boca.
Se fico mal? Fico mal demais!!!
Se me sinto culpada por não estar perto? Não!
Acredito que até agora não fiquei me culpando de nada. Uma porque todas essas situações já aconteceram enquanto ela estava em casa, comigo. Outra porque minha filha, mesmo pequena assim, vai entendendo um pouquinho da sua capacidade em ser independente, claro, tudo ao seu tempo!
Talvez já tenha ficado bronqueada com a escola, ou com as tias. Mas é aquele sentimento de proteção... de "você não está cuidando da minha filha???" Mas, caramba, quando eu estou perto, do lado, quase que em cima, minha filha ainda cai, ainda machuca, ainda chora...
Uma coisa é certa: minha pequena não vai viver numa redoma e vidro, onde nada a atingirá. Ela vai sofrer, vai saber lidar com emoções e sentimentos, dores e quedas, e o que eu puder fazer para amenizar, apoiar, abraçar, beijar e acarinhar em todos esses momentos, com certeza ela poderá contar comigo.
Na vida vamos cortando cordões umbilicais o tempo todo e os mais difíceis são os mais sofridos e necessários... deixá-la cair para se levantar é um deles.
Você tem Facebook? Aproveite e curta a página Lei da Gravidez e acompanhe mais novidades sobre a maternidade, a Beatriz e esse mundo maravilhoso!!!
Desde que Bia foi pra escolinha o nariz não parou mais de escorrer. Antes eu me preocupava com a quantidade de baba que sai daquela boca. Mal sabia eu que também tem muita secreção para sair pelo nariz. Mas é tanta, tanta, que não dá pra saber como produz tudo isso!
Fato é que nunca me esconderam essa condição: entrou na escola = sempre doentinha. É verdade, mas agradeço de nada ter sido tão grave.
Resfriado virou assunto comum lá em casa, mas Beatriz não ficou só nisso. Já pegou virose, tosse seca ou com catarro, já saiu arranhada de uma disputa de brinquedo, caiu e bateu a cabeça, cortou a boca.
Se fico mal? Fico mal demais!!!
Se me sinto culpada por não estar perto? Não!
Acredito que até agora não fiquei me culpando de nada. Uma porque todas essas situações já aconteceram enquanto ela estava em casa, comigo. Outra porque minha filha, mesmo pequena assim, vai entendendo um pouquinho da sua capacidade em ser independente, claro, tudo ao seu tempo!
Talvez já tenha ficado bronqueada com a escola, ou com as tias. Mas é aquele sentimento de proteção... de "você não está cuidando da minha filha???" Mas, caramba, quando eu estou perto, do lado, quase que em cima, minha filha ainda cai, ainda machuca, ainda chora...
Uma coisa é certa: minha pequena não vai viver numa redoma e vidro, onde nada a atingirá. Ela vai sofrer, vai saber lidar com emoções e sentimentos, dores e quedas, e o que eu puder fazer para amenizar, apoiar, abraçar, beijar e acarinhar em todos esses momentos, com certeza ela poderá contar comigo.
Na vida vamos cortando cordões umbilicais o tempo todo e os mais difíceis são os mais sofridos e necessários... deixá-la cair para se levantar é um deles.
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