Mostrando postagens com marcador segurança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador segurança. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Aumento da multa para quem transportar crianças sem a cadeirinha




O novo valor da multa para o transporte irregular de crianças em automóveis vem para reforçar a importância do uso da cadeira para a preservação da vida e da integridade física das crianças.  O uso correto garante mais segurança no transporte dos pequenos.

A fiscalização a partir de agora passa a ser mais rígida e a penalidade que antes era de R$ 191,54 aumentou para R$ 293,47.

“É fundamental o uso adequado da cadeirinha, se atentando ao modelo adequado ao tamanho da criança, e seguindo corretamente as instruções de instalação. A utilização correta pode salvar vidas”, afirma Élio Santini, diretor industrial da Burigotto, empresa referência na fabricação e comercialização de produtos para crianças.


É preciso estar atento a cada modelo, pois eles variam de acordo com o peso da criança.

1) Bebês de recém-nascido até 13kg devem ser transportados no banco de trás do carro, no bebê conforto, de costas para o sentido do trânsito, com a cadeirinha devidamente instalada e o bebê preso com o cinto de segurança da cadeira.

2) Crianças de 9 a 25Kg devem ficar na cadeirinha, devidamente instalada, e presas com o cinto de segurança da cadeira, no banco traseiro.

3) Crianças entre 15 e 36Kg devem utilizar um assento de elevação no banco de trás, e presas com o cinto de segurança do automóvel.

4) Crianças acima de 1,45 de altura devem utilizar apenas cinto de segurança do automóvel, no banco de trás.


Fonte: Assessoria de Imprensa Burigotto

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Dicas de segurança para o Halloween

O Halloween está chegando!!! Bruxinhas, super heróis, fadas e outros muitos seres aparecem na nossa porta para pedir doces (e é melhor você dar, senão sua cada pode virar de cabeça para baixo! rsrsrs!)

Esse infográfico produzido pela Hap Party sobre a segurança para as crianças durante o Trick-or-treat - o nosso 'gostosuras ou travessuras' do Halloween ficou demais! 

Pode parecer que essa brincadeira só acontece lá fora, mas eu já vi muitos condomínios incentivando as crianças e, sinceramente, acho muito divertido!!!!


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Pela tela, pela janela...

Quando se trata de bebês e crianças, todo cuidado é pouco. Eu falei aos quatro cantos que não ia mudar a decoração da minha casa por causa de filho, que o que eu ia fazer era ensiná-lo a não mexer nas coisas, respeitar os espaços.


AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!

Ok, ok, ok... depois que a gente se torna mãe, toma na cabeça tudo o que cuspiu para cima. Já estou me acostumando.

Primeiro foi um vaso pro chão. Fiquei triste, mas pensei: ela não teve culpa. E não teve mesmo... com alguns meses de vida ela tem muita curiosidade em mexer e descobrir as coisas ao redor. Então pronto. O que eu não queria que ela quebrasse foi aos poucos indo pra dentro de armários ou em cima de mesas mais altas.

Tem equipamentos eletrônicos que simplesmente não dá para tirar ou trocar de lugar, por isso coloquei uns brinquedinhos no móvel da sala para tentar distraí-la.




Adiantou? Tá.... uns 80%!

Claro que eu vou explicando tudo, onde pode mexer, onde não pode. A menina é, além de espoleta, danada de tudo. Ela olha pra mim, olha pra onde não pode pegar, faz não com a cabeça, eu confirmo que não pode e ela, com aquele olhar esperto, vai e taca dedão em botão, em aparelho e tudo o que realmente não pode.

Estou aprendendo que, aos poucos, preciso deixar ela sanar a curiosidade de tudo, apertar e encostar, porque isso vai se tornando 'sem graça'. Desde pequeninos assim eles já sabem enfrentar o não e aceitá-lo gratuitamente é impossível. E eu não sou a favor do tapinha na mão. Simplesmente não.

No último sábado mais um item da lista de segurança foi riscado. Colocamos a tela de proteção em todas as janelas do apartamento. Fiquei bem chateada porque tinha uma vista bacana, janelas gigantes. Mas sei que é uma necessidade extrema e prezo pela vida da minha menina arteira que já quer começar a escalar sofás e cadeiras. 



Não importa se a casa vai perder o charme com a decoração que você tinha. A segurança dos nossos bebês está sempre em primeiro lugar. 

E vamos combinar, não é uma delícia ver a alegria dos pequenos quando pegam um brinquedinho que você deixou ali para eles se divertirem?! Eu adoro!

Você tem Facebook? Aproveite e curta a página Lei da Gravidez e acompanhe mais novidades sobre a maternidade, a Beatriz e esse mundo maravilhoso!!!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

And I don't know how it gets better than this...

Fiquei tanto tempo sem escrever que acabaram passando inúmeros assuntos que seriam bacanas dividir com vocês.

Hoje resolvi desabafar sobre meu vício pós-maternidade: a babá eletrônica!



Antes da Bia nascer, um amigo do meu marido emprestou o equipamento que ele comprou com nos Estados Unidos. UFA! Porque não teríamos condições de comprar uma bacana aqui no Brasil e ir pra fora estava fora de cogitação.

Enfim... Era um aparelho muito bom, todo cheio das nove horas, eu conseguia controlar o monitoramento da minha filha apenas com o controle do monitor.

E era ótimo para ver se Beatriz estava se mexendo muito, se estava dormindo, acordada, de ponta cabeça, respirando (sim! dava pra ver perfeitamente). E tudo isso sem precisar entrar no quarto com minha delicadeza de elefante, sem fazer barulho, sem correr o risco de assustá-la!

Eis que um dia, um imprevisto surge e somos avisados que teremos que devolver a babá eletrônica. Tinha acabado de perder minha avó, estava naquele clima triste, deprê, ainda teria que devolver uma das coisas que mais me deixava segura dentro de casa? Sim, eu avisei no início do post, é viciante!

Bom, devolvi (fazer o quê?) e fiquei uma, duas, três semanas levantando para ver se estava tudo bem no berço da pequena. Claro que só levantava quando ela chorava, acontece que bem nessa época ela aprendeu a virar de bruços. Então toda madrugada ela acordava chorando porque não conseguia desvirar. Depois que a criança aprende a virar, demora de um mês e meio a dois para ela aprender a desvirar. Fiquei justamente esse período sem a babá, com um bebê chorando loucamente e quase infartando de susto.

A saber: sempre que Beatriz chora, primeiro eu vejo no aparelhinho se está tudo bem. Então sem ele, tudo aparentava ser muito mais urgente do que realmente era!

Chegou um dia em que eu comecei a ter crise de choro e pedi pro meu marido uma babá eletrônica para ser minha, só minha! E me tornei uma mãe muito mais calma, tranquila e feliz depois que ela foi instalada no berço da pequena. Mesmo porque, depois de virar vem o desvirar, o sentar, o levantar. Com isso eu consigo saber o que vou encontrar naquele berço.

A MINHA babá eletrônica não é das mais bambambam, mas era a que cabia no nosso bolso naquele momento e não nos deixa na mão.

E já me peguei pensando: 'Quando vou ter coragem de empacotar este aparelho e me desapegar desta segurança?'

Não sei, mas também não será um motivo de pânico (espero!). Como tudo ultimamente tem sido natural, deixo que assim continue sendo. Tanto para mim, quanto para ela. Por enquanto, com todas as nossas noites agitadas - que ainda existem e não são poucas - eu vou me manter nessa bolha que me acalma e me permite dormir mais tranquila.

Você tem Facebook? Aproveite e curta a página Lei da Gravidez e acompanhe mais novidades sobre a maternidade, a Beatriz e esse mundo maravilhoso!!!