O Halloween está chegando!!! Bruxinhas, super heróis, fadas e outros muitos seres aparecem na nossa porta para pedir doces (e é melhor você dar, senão sua cada pode virar de cabeça para baixo! rsrsrs!)
Esse infográfico produzido pela Hap Party sobre a segurança para as crianças durante o Trick-or-treat - o nosso 'gostosuras ou travessuras' do Halloween ficou demais!
Pode parecer que essa brincadeira só acontece lá fora, mas eu já vi muitos condomínios incentivando as crianças e, sinceramente, acho muito divertido!!!!
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Minha filha mais velha e a segunda gravidez, por Mariana Fiuza
Mariana é mãe da Nina e da Martina, minha melhor amiga e a pessoa que me permitiu fazer parte da vida dessas duas meninas como sua madrinha!
E quando a vi na grande preocupação em como Nina reagiria quando a irmã nascesse e como ela e seu marido deveriam agir nesse momento, percebi que muitas outras mães passavam por esse questionamento.
Eu pedi e, claro, a Mari veio contar como foi sua experiência!
Minha filha mais velha e a segunda gravidez
Por Mariana Fiuza
A minha segunda gravidez foi superplanejada, assim como a primeira. O bebê ia nascer com uma diferença de 2 anos e 3 meses da mais velha, exatamente como queríamos. Mas na minha cabeça as coisas ficaram um pouco confusas….
Desde o início da gravidez sentia uma certa culpa por “destronar” a minha filha Nina tão cedo, e quando a hora do parto foi chegando, a preocupação crescia.
Nós já tínhamos percebido que ela estava entendendo tudo o que estava se passando, mas tínhamos a impressão que ela não gostava muito da ideia. Enfim…. ela sempre foi uma criança reservada, então foi a impressão que passou.
Quando estávamos fazendo as malas pra maternidade, já na reta final, veio a duvida: e a Nina? Como vamos fazer com ela? Até aquele momento, ela nunca havia dormido sem eu ou o pai. Sempre o meu marido fez questão de colocá-la para dormir. Por isso, fiquei preocupada dela perceber a nossa falta durante dois ou três dias que estaríamos na maternidade. Além disso, fiquei super apreensiva de como seria a reação dela ao conhecer a irmã.
O dia do parto foi uma surpresa. Fui para uma consulta de rotina, junto com meu marido e com a Nina, e o medico falou “você está com 5 cm e não está com nenhuma contração? Corre o risco de quando ela der os sinais você ja estará pronta pra parir…. e se vc estiver na estrada?”
Decidimos então por induzir o parto aquela noite, depois que fizéssemos tudo o que tínhamos planejado para o dia. Nesse momento eu estava nervosíssima: primeiro porque não queria induzir o parto, queria que ele fosse normal, na hora certa; segundo porque estava sim com receio de não induzir e parir no fretado. Enquanto todo esse pânico estava passando pela minha cabeça, eis que a Nina, de mãos dadas comigo, vira e fala “mamãe, a Martina está nascendo, né?”
Pronto! Agora além do pânico vem a culpa de novo. Ela entendia tudo!
Decidimos por induzir aquela noite mesmo, a Martina nasceu dia 21. Já no dia 22 de noite, depois da escolinha a minha mãe levou-a para me visitar. Ela (minha mãe) levou um presentinho pra Martina dar para a Nina. No fim, ela adorou o presente de primeira e não deu muita bola pra irmã.
Mas um tempinho depois ela ficou do meu lado enquanto a gente trocava a fralda e ela ficou olhando e falando “olha o pezinho dela mamãe…” no fim, tudo acabou bem.
Lógico que rolou um ciuminho quando chegamos em casa. Foram algumas semanas de birras que nunca tínhamos visto! Mas passou. Hoje ela gosta muito da irmãzinha, quer ficar sempre junto, dar beijinho quando chega da escola e quando vai dormir e sair….
Ah, sobre como foi dormir longe do papai e da mamãe: no final, o papai voltou todas as noites pra colocá-la pra dormir e só depois que ela adormecia que ele voltava pra maternidade pra ficar comigo. Pai babão….
Se você também quer compartilhar sua experiência como mãe ou como pai, envie um e-mail para contato@leidagravidez.com.br e conte-nos sua história. É importante você enviar uma ou mais fotos com autorização de imagem para publicação.
E quando a vi na grande preocupação em como Nina reagiria quando a irmã nascesse e como ela e seu marido deveriam agir nesse momento, percebi que muitas outras mães passavam por esse questionamento.
Eu pedi e, claro, a Mari veio contar como foi sua experiência!
Minha filha mais velha e a segunda gravidez
Por Mariana Fiuza
A minha segunda gravidez foi superplanejada, assim como a primeira. O bebê ia nascer com uma diferença de 2 anos e 3 meses da mais velha, exatamente como queríamos. Mas na minha cabeça as coisas ficaram um pouco confusas….
Desde o início da gravidez sentia uma certa culpa por “destronar” a minha filha Nina tão cedo, e quando a hora do parto foi chegando, a preocupação crescia.
Nós já tínhamos percebido que ela estava entendendo tudo o que estava se passando, mas tínhamos a impressão que ela não gostava muito da ideia. Enfim…. ela sempre foi uma criança reservada, então foi a impressão que passou.
Quando estávamos fazendo as malas pra maternidade, já na reta final, veio a duvida: e a Nina? Como vamos fazer com ela? Até aquele momento, ela nunca havia dormido sem eu ou o pai. Sempre o meu marido fez questão de colocá-la para dormir. Por isso, fiquei preocupada dela perceber a nossa falta durante dois ou três dias que estaríamos na maternidade. Além disso, fiquei super apreensiva de como seria a reação dela ao conhecer a irmã.
O dia do parto foi uma surpresa. Fui para uma consulta de rotina, junto com meu marido e com a Nina, e o medico falou “você está com 5 cm e não está com nenhuma contração? Corre o risco de quando ela der os sinais você ja estará pronta pra parir…. e se vc estiver na estrada?”
Decidimos então por induzir o parto aquela noite, depois que fizéssemos tudo o que tínhamos planejado para o dia. Nesse momento eu estava nervosíssima: primeiro porque não queria induzir o parto, queria que ele fosse normal, na hora certa; segundo porque estava sim com receio de não induzir e parir no fretado. Enquanto todo esse pânico estava passando pela minha cabeça, eis que a Nina, de mãos dadas comigo, vira e fala “mamãe, a Martina está nascendo, né?”
Pronto! Agora além do pânico vem a culpa de novo. Ela entendia tudo!
Decidimos por induzir aquela noite mesmo, a Martina nasceu dia 21. Já no dia 22 de noite, depois da escolinha a minha mãe levou-a para me visitar. Ela (minha mãe) levou um presentinho pra Martina dar para a Nina. No fim, ela adorou o presente de primeira e não deu muita bola pra irmã.
Mas um tempinho depois ela ficou do meu lado enquanto a gente trocava a fralda e ela ficou olhando e falando “olha o pezinho dela mamãe…” no fim, tudo acabou bem.
Lógico que rolou um ciuminho quando chegamos em casa. Foram algumas semanas de birras que nunca tínhamos visto! Mas passou. Hoje ela gosta muito da irmãzinha, quer ficar sempre junto, dar beijinho quando chega da escola e quando vai dormir e sair….
Ah, sobre como foi dormir longe do papai e da mamãe: no final, o papai voltou todas as noites pra colocá-la pra dormir e só depois que ela adormecia que ele voltava pra maternidade pra ficar comigo. Pai babão….
Se você também quer compartilhar sua experiência como mãe ou como pai, envie um e-mail para contato@leidagravidez.com.br e conte-nos sua história. É importante você enviar uma ou mais fotos com autorização de imagem para publicação.
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Parque da Cidade recebe Caravana Cultural
O projeto itinerante Caravana Cultural vem novamente a Jundiaí, nos dias 15 e 16 de outubro, com muitas atrações gratuitas em um evento para comemorar o Dia da Pessoa Com Deficiência e o Dia das Crianças, no Parque da Cidade. A diversão das crianças está garantida com oficinas culturais de bexigas, pinturas faciais, desenhos, atividades circenses, brinquedos infláveis, distribuição de pipoca e algodão doce gratuitos.
Entre as atrações, espetáculos de dança, teatro, cinema, oficinas circenses, aferição de pressão, avaliação física e nutricional, além de muita música e animação. Os espectadores irão acompanhar o trabalho da Cia de Teatro São Genésio com apresentação da peça teatral: A Cigarra, e da Cia de Teatro Jundiaí com a peça teatral: Cobrindo a Megera.
As escolas Amira Dança e Movimento, Baillare Studio de Dança, Divas, Rayssa Francesconi, Academia Fórmula, Ballet Teatro Oficina, Studio La Danse, Studio Wellness, Academia Monalisa Pizzolato, Grupo Capoeira Brasil e Academia Shotokan Uirapuru vão se apresentar ao longo do dia. E para finalizar, a última atração do Caravana Cultural convidará a todos para uma sessão de cinema, com exibição de curtas metragens.
Estão confirmadas as participações de entidades como: ABRAAHCE (Associação Brasileira de Relacionamento Homem, Animais, Meio Ambiente e Centro de Equoterapia), AMA (Associação de Amigos do Autista de Jundiaí), AME (Amigos Metroviários dos Excepcionais), AMEEI (Associação Mobilizadora de Esporte e Educação Inclusiva),APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), ATEAL(Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem), Centro de Atendimento a Síndrome de Down Bem-Te-Vi Jundiaí, Instituto Jundiaiense Luiz Braille, Cáritas– Diocese de Jundiaí,PEAMA (Programa de Esportes e Atividades Motoras Adaptadas), entre outras.
Contamos com o apoio CMPCD (Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência), Coordenadoria da Pessoa com Deficiência, Poupa Tempo (Unidade Jundiaí),Saúde da Mulher, Secretaria da Cultura e Secretaria da Educação de Jundiaí.
O projeto Caravana Cultural conta com o patrocínio da AkzoNobel, realização do Instituto Eco Ambiental em parceria com a DAE de Jundiaí, Grupo SOBAM, Perfectto Projetos e com os recursos da Lei Rouanet.
As atividades visam difundir os diversos elementos da cultura popular brasileira e também apoiar grupos culturais da região de Jundiaí, utilizando da forma de caravana itinerante e alcançando o máximo de pessoas em suas manifestações culturais.
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Nojinho
Eu já vi muitas pessoas que não vivenciam a maternidade (ou paternidade) e que ficam com nojinho quando vêem alguma meleca de criança.
Também já vi muitos pais (mães eu nunca vi) relatarem ter nojo de trocar a fralda, limpar meleca do nariz, lavar o rosto babado pela chupeta ou tirar remela do olho. Pior se tem vômito pelo quarto todo ou precisa limpar o xixi ou o cocô quando já desfraldado. E se tem cocô na calcinha ou cueca, pra quem sobra lavar?
Não vou generalizar, tem muito pai que põe a mão na massa e faz sua parte. Mas para ser sincera, nojo mesmo temos que ter de coisas muito piores.
Nojo tem que ter daquela pessoa que joga lixo no chão. Nojo daquele que tem preconceito quanto a classe, raça, sexo, religião. Nojo daquele que abusa de mulher, criança ou qualquer outra pessoa, indefesa ou não. Ou daquele que incomoda a mulher que passa ao lado, pelo simples fato de ser mulher. Nojo tem que sentir daquele que se acha melhor que qualquer um, que inferioriza pessoa com deficiência, daquele que abusa moralmente (ou pior, sexualmente) de um funcionário. Nojo é de quem maltrata bicho, crianças, idosos.
Temos muitos motivos para ficar enojado com alguns posicionamentos da sociedade. Então não é um vômito na minha roupa, ou uma calcinha suja de cocô que vai me fazer ficar preocupada em como lidar.
Que nossos filhos saibam lidar com a diferença e façam muito melhor!
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
JundiaíShopping comemora Dia das Crianças com peças gratuitas
Para marcar o Dia das Crianças, o JundiaíShopping aposta novamente no projeto “O Mundo Mágico do Teatro”, que traz peças teatrais para o público infantil. Neste ano, o palco está montado no piso Jundiaí e as apresentações acontecem até o dia 16 de outubro, sempre às 19h. No dia 12 haverá também uma apresentação às 16h. A entrada é gratuita.
O projeto foi trazido para o shopping em 2013 e, por conta do sucesso, já está na sua quarta edição, sempre apresentando peças que resgatam os clássicos da literatura infantil, além de outras histórias lúdicas, que proporcionam às crianças e também a toda a família momentos de diversão e de muita cultura. “O JundiaíShopping reforça o incentivo a cultura e ao lazer familiar com a continuidade do projeto ‘O Mundo do Teatro’. Em todos os anos sempre temos sessões lotadas, porque cada vez mais as famílias se interessam por atividades como essas, que despertam a criatividade, a curiosidade e até mesmo o gosto pela leitura nas crianças”, afirma Guillermo Bloj, superintendente do JundiaíShopping. “Neste ano, temos ainda uma novidade: as apresentações passam a acontecer no piso Jundiaí, ainda com mais espaço para melhor receber o público”, completa.
Um dos destaques deste ano é espetáculo Fonzera, que promove um resgate das artimanhas do circo contemporâneo, prolongando a história dessa arte milenar. A peça promete levar todos ao mundo do palhaço Fonso, onde um desenho fala, uma pessoa se transforma em um boneco e as mágicas são incríveis, até mesmo quando dão errado, jogando com o erro no universo do palhaço. A peça já percorreu o Brasil e foi sucesso em Jundiaí em 2015, com duas apresentações. Esse espetáculo acontece no dia 13, às 19h.
Segue abaixo programação até 16 de outubro.
07/10 – A Bela Adormecida – 19h
08/10 – O Sítio do Seu Lobato – 19h
09/10 – De Mentira – 19h
12/10 – A Bela e Fera – 16h
12/10 – Atração Especial – 19h
13/10 – Fonzera – 19h
14/10 – Chapeuzinho Vermelho em Uma Surpresa Saudável para o Lobo – 19h
15/10 – Zôo-ilógico – 19h
16/10 – Alakazam – 19h
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