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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

A descoberta da segunda gestação, por Raquel Bigardi

A Raquel é mãe de duas crianças lindíssimas! A diferença de idade entre seus dois filhos é pequena, mas mesmo a segunda gravidez não sendo tão programada, ela avalia positivamente a proximidade desses irmãos!

A descoberta da segunda gestação
Por Raquel Bigardi



Olá, meu nome é Raquel, sou casada com Daniel há quase 4 anos e hoje temos 2 filhos. Como meu depoimento, resolvi contar um pouco como foi descobrir a segunda gravidez quando meu primeiro filho ainda não tinha 1 ano.

Bem, em Setembro de 2014, Caetano estava com 10 meses e um pequeno atraso na menstruação me fez suspeitar que poderia estar grávida, já que meu ciclo sempre foi muito regulado..... Certa manhã meu marido antes de trabalhar comprou um teste de farmácia e deixou em casa. Assim que acordei vi a embalagem e fui tremendo fazer! rs O resultado foi negativo e mesmo aliviada, lembro que ao mesmo tempo senti uma decepção. E o mais engraçado foi que meu marido sentiu a mesma coisa! Nunca vou esquecer a cara dele quando contei que o resultado era negativo. A partir daí resolvemos não nos preocupar mais com o ciclo mas também não tentaríamos de verdade.....

No mês seguinte, dois dias antes do batizado do Caetano, senti uma tontura muito forte! Até pensei que na primeira gestação tinha tido esse “sintoma” mas imaginei que fosse apenas cansaço. No domingo do batizado, enquanto tirávamos foto com o padre, ele me disse: agora é só arranjar outro! 😊

Naquela semana deveria vir minha menstruação e mais uma vez um pequeno atraso....

Novamente meu marido compra um teste de farmácia e deixa um bilhete que era para o Benjamim ou a Angelina (nomes que já havíamos escolhido). Mais uma vez, tremendo ainda mais, fui fazer o exame e dessa vez apareceram as duas linhas! Foi uma mistura de alegria e medo, mas a alegria sempre foi maior! Talvez minha maior preocupação tenha sido imaginar como seria para o Caetano, se ele iria se sentir sozinho...... 


Em Junho de 2015 chegou o Benjamim e meu medo não se concretizou! Caetano já sorriu e pegou na mãozinha do Benjamin na primeira visita no hospital! Claro que nem tudo foi tão fácil.... Tivemos dias muito difíceis. Na época estava morando em Piracicaba, longe da família e dos amigos... Benjamim não dormia por nada, tinha muita cólica e chorava até perder o ar!

Mas tudo foi se arrumando e hoje, com Caetano com 2 anos e 8 meses e Benjamim com 1 ano e 1 mês, eles já fazem muitas sapequices juntos e não me arrependo de ter permitido que tudo pudesse acontecer tão rápido!



Se você também quer compartilhar sua experiência como mãe ou como pai, envie um e-mail para contato@leidagravidez.com.br e conte-nos sua história. É importante você enviar uma ou mais fotos com autorização de imagem para publicação.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Mãe de 2, por Teresa Orru

Minha amizade com a Teresa começou quando nos descobrimos grávidas na mesma época! Era ótimo ter com quem dividir aquele momento tão especial e cheio de dúvidas! Pouco depois do primeiro filho nascer, veio uma nova gravidez e ela conta como é ser mãe de dois e optar por não voltar ao mercado de trabalho por enquanto.

Mãe de 2
Por Teresa Orru




Quando engravidei do meu primeiro filho, o Diogo, em 2013, já tinha em mente que não ia voltar a trabalhar tão cedo. Quando ele estava com 10 meses a vida me surpreendeu com outro milagre: a Alice. 

Eu e meu marido sempre pensamos em ter filhos com idades próximas, e a minha intenção sempre foi ficar com eles em casa o máximo possível. Antes de a Alice nascer ouvi muito a frase: faz bem não colocar na escolinha. Mas o discurso mudou depois do nascimento da irmã: "quando vai colocar o Diogo na escolinha?' 

Engraçado como as pessoas se deixam levar muito pelo achismo. "Acho que vai ser bom pra você e pra ele", ou "acho que é bem puxado ficar com duas crianças pequenas em casa". Ninguém me falou que seria fácil. Mas também não é tão difícil como muita gente pensa. 

Um dos segredos é ter rotina. Com isso as coisas caminham mais facilmente. Paciência também é fundamental. Mas isso vale pra qualquer situação, principalmente quando o assunto é criança. Claro que tem dia que o cansaço bate mais forte, mas uma noite de sono repõe toda a energia. E ver o carinho que eles têm um pelo outro me faz ter a certeza que vieram no momento certo, no tempo de Deus.

Até poucas semanas atrás fui na contra mão de muita gente, inclusive do marido: bati o pé e não quis colocar o Diogo na escolinha. Me falaram que seria bom pra ele. Mas sabe instinto de mãe? Então, falou mais alto. E semana passada, em consulta com um pediatra, comentei sobre esse assunto. Ele, sorrindo, me deu todo apoio, dizendo que faço certo. "Se você tem a possibilidade de ficar com seus filhos nessa fase, de poder acompanhar o crescimento, não há necessidade de escolinha. Tenho certeza que você os estimula em casa. E mais: a companhia da mãe é muito importante."

Antes de ser mãe achava que a maternidade era um bicho de sete cabeças, mas não. Aquela frase: quando nasce um bebê nasce uma mãe fez todo o sentido pra mim. Pra quem nem sabia trocar uma fralda até que eu estou me saindo muito bem. Mas boa parte desse mérito vem de Deus, que todo dia me orienta a fazer o melhor para meus filhos.


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