sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

I'm bulletproof, nothing to lose



E lá se foi mais um ano. Me lembrei de como torci para que 2011 acabasse logo porque foi um ano bem difícil pra mim, mas 2012 simplesmente ignorou o tempo e passou de forma tão veloz que eu nem reparei!

Mas eu tenho a explicação: foi um ano bom! Não foi excelente, mas não foi nada ruim! 

Fazendo um 'remember' do que passei neste ano que está quase ficando pra trás, pude viver intensamente. Fui pra Paris, participei de confraternizações, soube acompanhar as mudanças, conheci gente que vale a pena, fiz novas amizades e intensifiquei as antigas, vi meu time no Morumbi, fiz uma tattoo, vi a Alanis, aprendi a me maquiar com a Alice, comemorei vitórias familiares e os meus maravilhosos 30 anos

E, principalmente, sobrevivi ao fim do mundo em 21/12/12! Mais um pra história!

Eu entendo que o tal 'apocalipse' não aconteceu exteriormente, mas sim, é uma renovação. Tenho a sensação de que 2013 será o ano do novo. O número 13 não me assusta, sou do tipo Zagallo, vai ser o ano da sorte! 

Em 2012 tentei agradecer diariamente a Deus pela vida, pelas oportunidades, por tudo! Foram tantas coisas boas que fecharam com chave de ouro que me dão um ânimo novo para que 2013 seja lindo.

Tenho meus pedidos para que algumas coisas se transformem. Se não for assim, do que adianta?

Tenho minhas fés também! Afinal, precisamos de motivos para arrumar roupas coloridas na festa de Réveillon. 

Aproveitando a deixa, seguem os significados das cores! Vai que?

Vermelho – representa a cor da paixão;
Rosa – o amor;
Verde - a esperança;
Azul - a tranquilidade;
Amarelo – o dinheiro e a prosperidade;
Preto - a independência e a decisão;
Laranja - a criatividade e a ousadia;
Violeta, roxo ou lilás – a intuição;
Prata - a cor das emoções.

(retirado do Portal G1)

Eu já escolhi as minhas!!! E você?


E assim acaba mais um ano, para começar outro e termos a oportunidade de fazer tudo igual, ou diferente, ou do jeito que nós quisermos! Portanto minha dica é: SEJA FELIZ! Estamos aqui exatamente pra isso!

Um excelente 2013 para todos vocês. Muita saúde, paz, amor, conquistas e boas surpresas. Absorva apenas as energias positivas e tenha muita fé na vida.


Até ano que vem!!!!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Uma mulher que merece viver e amar

Acho tão difícil responder qual tipo de música eu gosto, qual a minha banda preferida. O som que eu escuto pode ser classificado como 'eclético'.

Mas se um dia me perguntarem qual é a música que mais me toca, me anima, me emociona e me faz chorar, eu já sei o que responder!

Hoje me peguei pesquisando (de novo) por este vídeo:




Pronto! A pergunta está respondida. Agora explico o porquê: minha infância foi marcada por ela. Todos os anos, em maio, durante o evento escolar que reunia as mães para uma homenagem, a gente cantava esta música. Claro que, como todas as outras, a minha se debulhava em lágrimas. 


Depois que a gente cresce e a menina vira mulher, passei a entender muito mais aquelas lágrimas - e olha que eu ainda não sou mãe -, mas esta música é de uma intensidade ímpar e nos traduz de forma especial, fixada na imagem da Nossa Senhora, que é a minha proteção divina maior. 

É esta música que eu ouço quando quero força, quando quero alegria, quando quero confirmações. É ela que me anima, é ela que eu canto. Ela é muito especial. Fico imaginando se um dia vou ouvir meu filho cantá-la pra mim também!

Pra mim é sentimentalmente inexplicável. 


Maria, Maria
(Milton Nascimento)

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta

Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que rí
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Vamos viver tudo o que há pra viver!

Tenho andado numa fase que penso o quanto me sinto jovem. Mas aí aparecem uns cabelos brancos que, definitivamente, ainda me assustam.

Ontem, ao me olhar no espelho, me deparei com dois fios bem aparentes, que me fizeram sentir realmente medo de envelhecer. Mas não é aquele medo de ficar velha. Soou confuso, eu sei.

Fico preocupada em não aproveitar a vida como posso e como devo. De ver o tempo passar e não ter conseguido realizar coisas. 

Ok, não vou ser hipócrita, tenho medo do cabelo branco, das rugas. Acho que a velhice vem com uma carga muito grande de experiências vividas que são válidas para as futuras gerações. E essa carga fica estampada no rosto, nas mãos. É visível.

Vou confessar que não tenho este medo só por mim. Ah, chega de falar em medo! É uma angustia. Algo inexplicável. Ou talvez eu que tenha medo de assumir para mim - e para vocês - a verdadeira explicação. 

Quando meu avô Carlos Massa era vivo, eu adorava ficar com ele. Quando criança era por conta dos chocolates e balas que ele fazia questão de comprar, principalmente pras princesas dele (eu e a minha prima mais velha, Flávia). No seu último Natal conosco, em 2002, na minha cidade natal Muzambinho, pude passar - sem brincadeira - umas duas horas conversando com ele. Aquela pele enrugada, aqueles olhos azuis, aquele cabelo branquinho na pele morena, aquele ar cansado e a felicidade de me contar toda a vida dele.

Ficamos só nós dois conversando. E foi lindo. A minha maior recordação dele. 

Sinto não ter gravado toda aquela história de luta. Seria motivador para minha vida hoje. Quem sabe não daria um livro? Passou. Mas o importante é que eu vivi aquele momento.

Talvez este seja meu medo: viver sem histórias boas, sem vitórias, sem conquistas. Mas é bom eu ter escrito tudo isso, porque me fez ver que ainda dá tempo de viver!




Vô Carlos me segurando no colo e minha tia Adriana

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

I gotta do what it takes 'Cuz it's all in our hands

Em setembro fiz um post listando as 30 coisas que eu não fiz antes dos 30 anos. Acho que vai ser interessante correr atrás do prejuízo e tentar fazer o máximo até os 40, para que esta lista seja renovada.

Bom, não passou nem 2 meses e já consegui realizar dois sonhos!!! Por isso, sempre que der vou editar.



8- Fazer uma tattoo; 

Dia 24 de outubro fiz minha primeira tatuagem!
Infinito com estrelas
Não doeu!
Vicia!


22- Ver um jogo do São Paulo no Morumbi; 

Dia 18 de novembro fui pela primeira vez ao Morumbi para assistir meu tricolor jogar! 
Jogo pelo campeonato brasileiro, SPFC 2 X 1 Náutico
Descobri que sou pé quente!
Estreia minha e do PH Ganso.
(Obs- já fui em shows no estádio)



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mas as pessoas na sala de jantar são ocupadas em nascer e morrer

Como muitos aqui sabem, quando acabou Fina Estampa eu decidi não assistir a próxima novela das 21h, Avenida Brasil. Para ser sincera, não foi difícil resistir. Encontramos outros meios de diversão e descobrimos motivos para termos TV a cabo em casa.

De fato não vi um só capítulo. Quando estava em algum lugar com a televisão ligada na Globo, eu saía de perto. Não foi fácil, mas não foi tão complicado, talvez porque nada me atraía para assistir - inclusive os diversos elogios me afastavam mais!

O que eu reparei nestes últimos sete meses é que se você não está acompanhando a novela do horário nobre, as chances de você ficar por fora de algumas da maioria das conversas são enormes! No trabalho, no fretado, em família, nos momentos em que começava este assunto eu ficava muda ou ia pra outro lugar (ou dormia, no caso do fretado).

Mas o mais interessante é que quase ninguém acreditava que eu não acompanhei nada da novela. Realmente, eu não tenho como dizer que não sabia o que acontecia, nem quem eram os personagens principais. É impossível com tantas chamadas, tantas pautas de programas e tantas repercussões na internet, não dá para fugir.

Só que me senti bem desapegada e, o principal, não fiquei curiosa, nem tentada, mesmo com todos os comentários. Se foi ou não a melhor novela, para mim tanto faz como tanto fez. 

O que mais me intrigou é que foi o final de teledramaturgia que fez um estardalhaço sem tamanho. Eu saí na última sexta (19), na esperança da cidade vazia, tudo tranquilo. Mas não. Locais cheios e com a TV ligada em ALTO E BOM SOM no maldito último capítulo!

Ou seja, nem assim consegui fugir da Nina, da Carminha e companhia. Mas pedimos educadamente para abaixar o volume no ponto em que pelo menos podíamos nos ouvir na mesa. 

Ok, eu sou da opinião do: fica em casa já que você quer tanto assistir. 

Foi pior que Copa do Mundo, mas vamos combinar que a Seleção Brasileira não chega numa final há um tempinho, né?

Agora começa a próxima e eu nunca fui das mais fãs de Glória Perez. Não garanto uma nova promessa de não assistir novelas das 21h, mas tentarei não ser tão apegada assim.