quarta-feira, 11 de maio de 2016

Festa de dois anos

No primeiro aniversário da Bia fizemos uma festa grande, convidamos famílias, amigos, pessoas que comemoraram juntos os primeiros 12 meses de aprendizado. No segundo ano, além da grana curta (e contenção de despesas), resolvemos fazer algo bastante (muito MESMO) pessoal, apenas para não passar em branco. 

Sabe aquela história de "vamos fazer só um bolinho?" 
Foi exatamente isso.

Mesmo sendo uma coisa bem caseira, minha mãe, prendada como só ela, quis fazer o bolo fake e os enfeites, que ficaram uma fofura! Foi também ela a responsável pelo bolo, que ficou incrível!!! Encomendamos uns salgadinhos, reunimos os bisavós, avós, tios-avós e tios, a priminha Manu e o priminho Chico (que ainda estava na barriga da titia Bel). Foi uma delícia e todos aproveitaram muito. 

Veja algumas fotos e como a simplicidade pode ser também um bom caminho... 





 



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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Profissão:mãe, por Bruna Bacchin

A Bruna é uma terapeuta ocupacional que largou a profissão para cuidar das três filhas lindas! Além de ouvir muito pitaco sobre essa escolha, ela ainda tem que lidar com alguns julgamentos sobre ter mais filhos ou não.

Confira o depoimento dessa mulher forte e decidida!

Profissão: mãe
Por Bruna Bacchin


 
Desenho da primogênita Valentina, retratando sua família

Olá mamães! Sou Bruna, tenho 28 anos, casada há cinco anos e mãe de três lindas menininhas! Sim TRÊS! 

Sou terapeuta ocupacional, mas atualmente estou exercendo em tempo integral ser mãe, esposa e dona de casa. Simplesmente me descobri na maternidade!

Algumas pessoas se encontram em alguma profissão, em algum hobby, mas eu me encontrei sendo mãe. Sabe aquele sentimento de 'nasci pra isso'? Então... esse mesmo! Adoro minha profissão, adorava meu trabalho, mas amo ser mãe, entendem? 

Sempre trabalhei, mas ao final da licença-maternidade da minha caçula eu só tinha uma certeza no meu coração: a de que estava na hora de parar e me dedicar integralmente a elas. Fui lá e pedi demissão! Essa escolha, pra mim e meu marido, não tem a ver com questões financeiras, mas simplesmente com exercer minha maternidade de forma plena, àquilo que Deus tem me chamado.
 

E aqui chegamos a outro ponto que pra nós é muito importante: o número de filhos! Como disse, hoje minhas meninas têm 4 anos, 3 anos e 1 ano e isso sempre foi motivo de muitos olhares tortos e pitacos. 

"Nossa, como você é corajosa!", ou "Você é louca!" ou "Seu marido deve ganhar muito bem né?", "Agora chega?", "Foi um acidente?" (Opa, claro! Filhos são acidentes), "Vai fechar a fábrica agora?", e até preveem o futuro para mim: "Como vc vai pagar escola/faculdade/leite/fralda?" 

O repertório é grande, mas para nós nada disso importa. Desde o tempo de namoro saboreávamos a ideia de sermos abertos a vida, a receber os filhos que nos quisesse dar, a receber com alegria os dons que Deus nos presentearia. E por enquanto são três. Quantos mais serão, só Deus sabe! Nós só sabemos que por Sua graça, podemos estar abertos à Sua vontade e sermos muito felizes!

Temos dias muito agitados por aqui. A rotina sempre samba na mão da nossa família (rs)!  A última vez que minha casa ficou totalmente limpa e arrumada por pelo menos 1h nem sei dizer quando foi e tem dias difíceis que todas choram ao mesmo tempo (inclusive eu!), que todas gritam ao mesmo tempo (inclusive eu!) e também que todas riem (e muito) ao mesmo tempo! E tudo isso é uma delícia!


Estou muito longe de ser uma mãe perfeita, procuro ser sempre a melhor que minhas filhas podem ter. Procuro viver a maternidade de forma bem realista e leve: não me cobro. Vou dançando conforme a música e vivendo sob a graça de Deus naquele dia!



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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Exposição “Quero Colo” marca o Dia das Mães no JundiaíShopping



A exposição “Quero Colo”, da fotógrafa Flávia Fontes, marca o Dia das Mães no JundiaíShopping. A mostra reúne fotos que registram essa relação única entre mãe e filhos. A atração é gratuita e estará disponível para visitação de 03 a 29 de maio, no horário de funcionamento do shopping.

São 24 imagens distribuídas no espaço localizado no piso Jundiaí (ao lado da loja CVC), que registram esse vínculo forte e especial entre mães e filhos. As lentes da fotógrafa capturaram momentos espontâneos, carregados de sentimento e desse amor genuíno. “O nome da exposição não poderia ser outro.


Afinal, colo de mãe é sempre especial, independente da idade. É sinônimo não só de afeto e presença, mas também de segurança. É quase um refúgio”, justifica Flávia, que expõe pela terceira vez no JundiaíShopping. Ela é especialista em registrar fotos de bebês, crianças e famílias.
 

A fotógrafa conta que buscou reunir fotos que representam esta relação tão importante tão forte desde a gravidez. “A exposição traz essa relação nascendo, ainda no ventre, depois nos primeiros dias da criança e o vínculo se fortalecendo dia após dia. A ligação entre mães e filhos é algo único, e é justamente isso o que procuro traduzir em cada imagem”, ressalta. “Por isso, com exceção dos recém-nascidos, nenhuma foto é posada. Cada uma delas busca retratar momentos espontâneos, seja entre mãe e filho, seja reunindo as três gerações: avó, mãe e filho”, conta. Flávia ressalta que cada imagem tem uma história, e todas sempre muito especiais, fruto dessa relação única e desse vínculo materno que é tão forte e essencial.

Guillermo Bloj, superintendente do JundiaíShopping, ressalta que essa exposição foi idealizada como uma grande homenagem às mães nesta data tão cheia de significado. “Para nós é sempre um prazer receber atrações como essas, tanto que já estamos no terceiro ano de parceria com a fotógrafa Flávia Fontes. Buscamos sempre prestigiar profissionais locais que realizam um trabalho incrível como este. O resultado sempre surpreende”, diz.


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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Fase da birra



Quando a gente acha que aquela fase difícil passou, vem uma nova versão do game e mostra que existem novas fases muito mais complicadas!

Os primeiros meses de adaptação, as cólicas, os dentes, a escola, os primeiros passos, os tombos, as doenças, os pitacos alheios... Ops! Os pitacos não são fases, são frases que nunca param de ser ditas.

Só sei que a Bia entrou definitivamente naquele "terrible two", dando seu showzinho particular e, muitas vezes, fazendo a gente enlouquecer e se segurar muito para não entrar na onda dela.

Já entrei? Já! O pai entrou? Xi... nem sempre é possível aguentar o drama por muito tempo e, dependendo do nosso estado emocional, acabamos entrando no jogo dela de forma errada.

Bia já se jogou no chão, está com mania de bater e mostrar a língua, birrenta mesmo. Não faz o que eu quero? Então vou te mostrar quem manda aqui! E muitas vezes nos desdobramos pra aquele chororô parar logo.

"Gente, o que os vizinho vão pensar??? E esse povo na rua olhando como se fôssemos péssimos pais???"

Um dia, depois de um estresse gigante lá em casa e de pesquisar sobre essa 'terrível fase dos dois anos', sentei com meu marido e conversei.

É uma fase e vamos ter que passar por ela. Quanto mais nos estressarmos, cedermos, brigarmos, pior vai ser! Nossa casa será uma loucura, mas daquelas ruins, chatas, amargas de se viver. Ou nos unimos e damos um jeito nisso ou vai ser um Deus nos acuda.

Essas birras se assemelham às de pré-adolescentes! Eles querem ter razão, acham que as têm e fazem aquele drama se são contrariados.

O ideal é deixá-los fazendo drama sozinhos. Quanto mais plateia, mais vão se achar na razão de chorar, gritar ou espernear. Hoje nós fazemos de tudo para esperar passar esse primeiro momento e depois sentamos e explicamos tudo para ela, o que é errado, o que é certo, porque machuca, porque não pode... 

Muitas vezes também percebemos que as trocas são interessantes. Quando ela não quer escovar os dentes, brincamos com ela falando: "nossa, já pensou que legal escovar os dentes em cima da bicicleta?" ou então "você vai comer isso, mas precisa escovar os dentes" ou ainda "vamos tomar banho porque depois vamos bagunçar na sala"...

Geralmente funciona.

Esses dias deixamos ela, pela primeira vez, de castigo. Ela desafiou, claro! Mas foi muito melhor do que esperávamos. Com o tempo a gente vai se acertando. Com calma, paciência e muita dedicação as coisas vão voltando ao eixo!




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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Mãe de 2, por Teresa Orru

Minha amizade com a Teresa começou quando nos descobrimos grávidas na mesma época! Era ótimo ter com quem dividir aquele momento tão especial e cheio de dúvidas! Pouco depois do primeiro filho nascer, veio uma nova gravidez e ela conta como é ser mãe de dois e optar por não voltar ao mercado de trabalho por enquanto.

Mãe de 2
Por Teresa Orru




Quando engravidei do meu primeiro filho, o Diogo, em 2013, já tinha em mente que não ia voltar a trabalhar tão cedo. Quando ele estava com 10 meses a vida me surpreendeu com outro milagre: a Alice. 

Eu e meu marido sempre pensamos em ter filhos com idades próximas, e a minha intenção sempre foi ficar com eles em casa o máximo possível. Antes de a Alice nascer ouvi muito a frase: faz bem não colocar na escolinha. Mas o discurso mudou depois do nascimento da irmã: "quando vai colocar o Diogo na escolinha?' 

Engraçado como as pessoas se deixam levar muito pelo achismo. "Acho que vai ser bom pra você e pra ele", ou "acho que é bem puxado ficar com duas crianças pequenas em casa". Ninguém me falou que seria fácil. Mas também não é tão difícil como muita gente pensa. 

Um dos segredos é ter rotina. Com isso as coisas caminham mais facilmente. Paciência também é fundamental. Mas isso vale pra qualquer situação, principalmente quando o assunto é criança. Claro que tem dia que o cansaço bate mais forte, mas uma noite de sono repõe toda a energia. E ver o carinho que eles têm um pelo outro me faz ter a certeza que vieram no momento certo, no tempo de Deus.

Até poucas semanas atrás fui na contra mão de muita gente, inclusive do marido: bati o pé e não quis colocar o Diogo na escolinha. Me falaram que seria bom pra ele. Mas sabe instinto de mãe? Então, falou mais alto. E semana passada, em consulta com um pediatra, comentei sobre esse assunto. Ele, sorrindo, me deu todo apoio, dizendo que faço certo. "Se você tem a possibilidade de ficar com seus filhos nessa fase, de poder acompanhar o crescimento, não há necessidade de escolinha. Tenho certeza que você os estimula em casa. E mais: a companhia da mãe é muito importante."

Antes de ser mãe achava que a maternidade era um bicho de sete cabeças, mas não. Aquela frase: quando nasce um bebê nasce uma mãe fez todo o sentido pra mim. Pra quem nem sabia trocar uma fralda até que eu estou me saindo muito bem. Mas boa parte desse mérito vem de Deus, que todo dia me orienta a fazer o melhor para meus filhos.


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